Vacinação poderá ser feita em farmácias e drogarias em São Paulo
Farmácias e drogarias da capital paulista poderão aplicar vacinação

Que tal ter mais uma opção de local para vacinação? Farmácias e drogarias vão passar a integrar a rede de locais para vacinação na cidade de São Paulo. As unidades poderão ser cadastradas no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES) para ter o licenciamento sanitário para realizar o serviço de imunização.

A capital paulista já conta com a lei municipal nº 16.739/2017, que regulamenta a aplicação das vacinas nesses estabelecimentos. O Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) e da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) mobilizaram-se para viabilizar o cadastramento junto ao Ministério da Saúde.

É fundamental que farmácias e drogarias estejam cadastradas no CNES para que possam acessar o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI – PNI) e computar as doses aplicadas.

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) fará a análise e a concessão das licenças sanitárias para que o serviço seja realizado em farmácias e drogarias. Os estabelecimentos irão passar por inspeção sanitária e devem entregar a documentação necessária.

O deputado federal e candidato à reeleição Eli Corrêa Filho (DEM-SP) explica que com essa medida a população terá mais opções de locais para se vacinar. “É importante que o cidadão tenha mais opções de locais, isso pode trazer mais flexibilização de horários”, acrescenta o deputado federal.

Campanha de vacinação é prorrogada

A Campanha Nacional de Vacinação contra poliomielite e sarampo foi prorrogada pelo Ministério da Saúde até o dia 14 de setembro em todo o estado de São Paulo. Somente em 7 estados a meta de vacinar, no mínimo, 95% do público-alvo foi atingida. De acordo com dados preliminares a média de vacinação em todo o Brasil está em 88%. No Estado de São Paulo esse número cai para 86,08% de cobertura vacinal contra a poliomielite e para 85,23% de cobertura vacinal contra o sarampo. Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais algumas semanas. Um desses estados é o estado de São Paulo.

Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais algumas semanas. Um desses estados é o estado de São Paulo. Devem ser vacinadas contra a poliomielite e o sarampo crianças de 1 a 5 anos de idade. É preciso levar um documento de identificação e, se possível, a carteirinha de vacinação. Podem receber uma dose da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola), crianças que não tenham se vacinado nos últimos 30 dias.

As crianças que nunca tomaram a vacina contra poliomielite recebem a Vacina Inativada Poliomielite. Aquelas que já tomaram uma ou mais doses receberão a gotinha da Vacina Oral Poliomielite.

Objetivos da Campanha Nacional de Vacinação:

• Vacinar quem nunca se protegeu;
• Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as doses;
• Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

Consequências da Falta de Vacinação

O sarampo pode matar ou levar a graves consequências neurológicas, além de deixar sequelas como encefalite, cegueira ou surdez. A poliomielite geralmente deixa graves sequelas como a paralisia parcial ou total dos membros, ou seja, quem contrai a doença pode perder os movimentos do corpo.

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