Governo de São Paulo estuda novas concessões de rodovias
Eli Corrêa Filho - Governo de São Paulo estuda novas concessões de rodovias

Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) irá conduzir estudos de viabilidade de uma nova concessão de rodovias no Estado de São Paulo. A medida já foi aprovada pelo Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização. O objetivo do governo é oferecer um novo lote rodoviário com cerca de mil quilômetros, incluindo trechos administrados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP) e sob operação da Centrovias, cujo contrato de concessão termina em junho de 2019.

Segundo a Artesp, estudos anteriores indicam investimentos de R$ 9 bilhões na nova concessão para obras de ampliação, além de restauração da malha atualmente não concedida, instalação de novos equipamentos e outras intervenções pontuais.

O projeto prevê:

  • Ampliação e restauração do sistema rodoviário;
  • Redução de até 22% na tarifa quilométrica em relação à cobrança atual;
  • Implantação de rede Wi-Fi ao longo do trecho concedido;
  • Possibilidade contratual de implantação de cobrança de tarifa por trecho percorrido (ponto a ponto) e flexível.

A nova concessão irá incorporar cerca de 800 quilômetros de trechos que atualmente estão sob operação do DER-SP. Estão previstas as duplicações:

  • De cerca de 120 quilômetros da SP-294, entre Marília e Parapuã;
  • De 95 quilômetros da SP-304, entre São Pedro e Jaú;
  • De 6 quilômetros de duplicação na SP 308, na região de Charqueada.

No trecho de rodovia atualmente administrado pela Centrovias, as principais intervenções deverão ocorrer na rodovia SP-310, entre Cordeirópolis e São Carlos, com previsão de implantação de cerca de 15 quilômetros de marginais entre trechos urbanos e mais 75 de faixas adicionais.

O deputado federal Eli Corrêa Filho (DEM-SP) explica que é importante viabilizar concessões de rodovias. “É importante viabilizar a concessão de rodovias desde que as novas concessões impliquem para o consumidor, para quem utiliza as rodovias, em preços mais justos, em pedágios mais baratos”, afirma o deputado paulista.

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